top of page
Buscar
  • psicostapaulo

Entre sessões: psicanálise para além do divã

Atualizado: 27 de fev.


Diferentemente do campo da medicina, onde se examina uma causa original para o sintoma e, após descoberta, é prescrito um tratamento; para a psicanálise, a tal da origem do sintoma está essencialmente associada a nossa condição faltante de falante, porque estar inserido na linguagem é estar submetido a uma perda estrutural. Por aí pensamos o sintoma em um ponto incurável - o que freud cunhou por umbigo dos sonhos, ademais, rochedo da castração.


É sabido que o sintoma é compreendido como solução para um conflito, uma invenção encontrada pelo sujeito para se haver com essa falta estrutural e estruturante.


Mas se o sintoma é uma solução para um conflito, porque sofro com meu sintoma? Essa contradição nos põe a pensar a relação do sintoma com o inconsciente.

Freud comenta que o sintoma traz sofrimento para o consciente, contudo satisfação para o inconsciente.


E como o inconsciente é esse trabalhador incansável, trabalha até quando estamos dormindo (os coachs piram! Rsrs), é preciso saber escutar essa linguagem, pois o inconsciente vai trabalhar a partir dela e nela.


Falamos a partir do nosso sintoma.



💭 vindo do livro "entre sessões: psicanálise para além do divã"


193 visualizações1 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Não há nada mais caro na vida que a doença - e a estupidez

“𝗡ã𝗼 𝗵á 𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗰𝗮𝗿𝗼 𝗻𝗮 𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝗱𝗼𝗲𝗻ç𝗮 - 𝗲 𝗮 𝗲𝘀𝘁𝘂𝗽𝗶𝗱𝗲𝘇” já dizia Freud (1913) em “O início do tratamento”. O sintoma é caro demais para o sujeito. Sua lib

1件のコメント


Paulo Quintino
Paulo Quintino
4月09日

Muito bom!

いいね!
bottom of page